Memória em movimento: Como os museus se transformam no TikTok

Desde o século XIX, os museus cumprem a função de guardiões da memória coletiva, atuando como mediadores entre o passado e o presente por meio da conservação e exposição de acervos. Contudo, a ascensão das tecnologias digitais reconfigurou esse papel. Plataformas como o TikTok introduzem novas formas de mediação, nas quais obras históricas são traduzidas em narrativas audiovisuais fragmentadas, interativas e adaptadas à lógica do engajamento.

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Era uma vez…

Outro aspecto fulcral do museu-casa são seus acervos – que devem ser adequadamente preservados, exibidos e passíveis de extroversão –, comumente advindos de coleções particulares, e aquilo que ele permite de percepção de conexões entre os elementos que os compõem e que geram uma determinada configuração de referências históricas, biográficas, artísticas e culturais, as quais podem servir não só para a preservação de memória, mas também como objeto de reflexão sobre modos de viver, de pensar e de criar próprios dos contextos em que são gerados, incluindo-se a sua necessária releitura crítica com base na visão de outra época, mas sem desconsiderar a óptica da situação de origem.

Por Marcelo Tápia Continue lendo Era uma vez…

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Dossiê 257 – Dezembro de 2024 e Janeiro de 2025

Este dossiê é fruto do Trabalho de Conclusão de Curso de Job Batista Filho, aprovado com nota A em dezembro de 2024 no curso de Especialização em Jornalismo Científico do Labjor-Unicamp.

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_revista de jornalismo científico do Labjor